Nas eleições de domingo, 4 de outubro, eleitores de todos os estados e do Distrito Federal terão dois votos para senador e deverão escolher candidatos diferentes, porque duas das três cadeiras de cada unidade serão renovadas.
Na urna eletrônica, os dois votos para o Senado ocupam a 3ª e a 4ª posições da sequência, depois das escolhas para deputado federal e deputado estadual ou distrital. Depois de confirmados os dois votos para senador, a urna libera a etapa para governador; na sequência, o eleitor vota para presidente da República.
Se o eleitor registrar o mesmo candidato nas duas oportunidades, somente o 1º voto será válido; o 2º será considerado nulo. Para o Senado, não há voto de legenda: o número digitado deve identificar um candidato e ter três dígitos.
Antes de confirmar, o eleitor deve conferir na tela o nome e a foto do candidato, além do cargo e da sigla partidária. Cada candidatura ao Senado é acompanhada por dois suplentes, cujos nomes e fotos também aparecem na urna; o voto, porém, é dado ao titular, e os suplentes integram a chapa.
O eleitor só pode escolher candidatos que disputam vagas na unidade da Federação em que seu título eleitoral está registrado, seja um estado ou o Distrito Federal. Como fará duas escolhas para o Senado, pode levar à cabine uma anotação em papel com os números dos candidatos, mas o celular não pode entrar na cabine.
Em 2026, serão preenchidas 54 cadeiras do Senado, com dois eleitos em cada estado e no Distrito Federal. A escolha ocorre no 1º turno, e os dois candidatos mais votados em cada unidade da Federação serão eleitos sem 2º turno, pelo sistema de maioria relativa. Os eleitos tomarão posse em 2027 e cumprirão mandato de oito anos, até 2035.
A renovação das cadeiras do Senado alterna entre um terço e dois terços da Casa, com intervalo de quatro anos entre as etapas. Em 2022, os eleitores escolheram um senador; em 2026, a disputa envolve 54 das 81 cadeiras.


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