O teste de integridade das urnas eletrônicas do segundo turno, conduzido pelo Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), confirmou a correta contabilização dos votos em 16 urnas auditadas na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) no domingo, 25. A única divergência identificada foi um erro humano de digitação.
O juiz João Marcos Guimarães Silva, presidente da Comissão de Votação Eletrônica, confirmou a conclusão da auditoria com resultado positivo. O procedimento foi acompanhado por representantes de organismos internacionais, incluindo a União Europeia, e transmitido ao vivo pela TV Câmara Distrital.
O teste de integridade consiste em digitar nas urnas sorteadas votos previamente anotados em cédulas de papel e comparar os resultados aos registros em papel. Na auditoria do primeiro turno, o TRE-DF identificou duas inconsistências de digitação, também atribuídas a erros humanos.
As urnas foram escolhidas no sábado, 24, em audiência pública realizada na CLDF, com representantes de partidos, federações, coligações e instituições da sociedade civil acompanhando o sorteio no plenário. Foram sorteadas 23 urnas eletrônicas: 20 para o teste de integridade e três para o teste de autenticidade, que verifica os programas e sistemas instalados nos equipamentos.
Das 20 urnas do teste de integridade, 16 foram auditadas na CLDF, duas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e duas no teste com biometria, realizado na Escola Canadense de Brasília, no Setor de Indústrias Gráficas (SIG). Na Câmara, as 16 urnas previamente sorteadas passaram pela auditoria.
A Câmara Legislativa sediou o procedimento e participou do sorteio em audiência pública, mas quem conduz o teste de integridade é o TRE-DF, e não a CLDF. Sobre o dia da votação, veja o funcionamento do Metrô-DF e dos ônibus no dia 25, e sobre a disputa local, a eleição para o governo do DF.





