São Paulo registra aumento nos casos de violência contra mulher e atinge 83%

A observação de que o número de casos de assédio sexual e violência contra as mulheres cresceu na cidade de São Paulo aumentou 9 pontos percentuais (p.p.) ao saltar de 74% em 2020 para 83% em 2021. Pelo menos dois terços da população paulista (64% e 63%) sempre teme ser roubado ou furtado em ambiente públicos e três em cada dez não têm medo de assédio sexual ou estupro (31% e 35%).

O levantamento integra a pesquisa da Rede Nossa São Paulo, publicada nesta quinta, 3, a aponta que as mulheres se sentem mais vulneráveis nos espaços públicos, pois grande parte delas tem receio de ser vítima dos mais variados tipos de violência, enquanto os homens se preocupam mais com roubo e furto. Segundo os dados, 72% das mulheres temem ser roubadas, 73% temem ser furtadas.

A pesquisa também indica que quando se fala de agressão verbal esse percentual é 52%. Outras 46% tem medo de ser agredidas fisicamente e 41% ficam receosas em sofrer algum tipo de preconceito. As informações mostram que 35% das mulheres alegaram já terem sofrido algum preconceito ou discriminação de gênero no trabalho.

O assédio sexual é temido por 59% das entrevistadas e o estupro por 60%. O transporte público aparece em primeiro lugar no ranking dos locais mais propícios a acontecer algum tipo de assédio.

De acordo com os dados, 61% das paulistanas afirmaram já terem sido assediadas: 47%, no transporte coletivo; 36% passaram por abordagens desrespeitosas, 31% dentro do local de trabalho, 19% dentro do ambiente familiar e 12% dentro de transporte particular.

FONTE: EBC

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