EUA intensificam bloqueio contra o Irã e interceptam petroleiros no Estreito de Ormuz

As forças militares dos Estados Unidos ampliaram o bloqueio naval contra o Irã e passaram a impedir a circulação de novas embarcações na região do Estreito de Ormuz, ponto estratégico para o comércio global de petróleo. A medida já afeta diretamente navios de diferentes origens, incluindo o petroleiro Rich Starry, de propriedade chinesa, que foi forçado a recuar após tentativa de travessia.

Desde o início da operação, ao menos oito petroleiros ligados ao Irã foram interceptados, segundo informações divulgadas pela imprensa internacional. Em um dos episódios, um destróier americano abordou duas embarcações que tentavam deixar o porto iraniano de Chabahar, no Golfo de Omã, reforçando o cerco marítimo imposto por Washington.

Apesar das restrições, um superpetroleiro iraniano alvo de sanções conseguiu cruzar o estreito em direção ao porto de Imam Khomeini, conforme divulgado por agências de notícias iranianas. Não há confirmação oficial sobre a identidade da embarcação, mas a movimentação indica tentativas de driblar o bloqueio em meio à escalada de tensões.

Em resposta, o comando militar iraniano alertou que poderá adotar medidas para interromper o fluxo comercial em áreas estratégicas como o Golfo Pérsico, o Mar de Omã e o Mar Vermelho. Autoridades também avaliam o uso de rotas alternativas e portos fora da costa sul do país, enquanto fontes do setor marítimo indicam que parte do tráfego ainda segue operando normalmente.

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